Crimes de escravidão e injustiça social são temas do livro “O Jagunço”

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O autor nacional Sávio Batista está lançando o livro “O Jagunço”, uma história inspirada em fatos reais e transformada em obra ficcional para revelar as injustiças sociais causadas pela dívida histórica da escravidão no Brasil.

Na trama,a abordagem é retratada na precarização, exploração, desregulamentação do trabalho, escravidão contemporânea e desigualdades sociais contra os pobres e oprimidos trabalhadores rurais, abusados diariamente por criminosos poderosos e estelionatários.

Publicado pela Artêra Editorial, Sávio Batista acredita que ao longo da leitura, compreende-se a gravidade do problema e a importância da denúncia.

  • A beleza da literatura é justamente conscientizar durante o prazer de ler. Além disso, a obra tem como objetivo chamar atenção para uma série de questões importantes, principalmente para quem as sofre.

 

O assunto dialoga primeiramente com a classe trabalhadora, contudo, ao longo da leitura, é perceptível o englobamento e responsabilidade de todas as classes, meios de comunicação, políticos e empresários para participarem deste movimento, sobretudo na luta pelos direitos igualitários e fortalecimento das leis brasileiras, que infelizmente são brandas e favoráveis aos criminosos.

A punição para os crimes de trabalho análogo à escravidão no Brasil, conforme o Art. 149 do Código Penal, é de reclusão de dois a oito anos, mais multas e cassações Ministério Público e do Trabalho publica a “Lista Suja” de empregadores flagrados, sendo expostos publicamente. 

  • O crime da escravidão contemporânea é ao mesmo tempo lucrativo e possui baixo risco para o bandido, então não é de assustar que o número de casos continue aumentando. A menos que tenhamos uma grande mobilização popular para pressionar o congresso e o senado a, ao menos uma vez na vida, deixarem de lado quem financia a campanha deles e ficarem ao lado do povo, há pouca esperança para que isso acabe. –  afirma Sávio.

Além das leis e movimentação cidadã, a reforma agrária é apontada pelo autor como um dos meios solucionáveis para a destruição do sistema.

  • O melhor meio de combater o trabalho análogo a escravidão é a reforma agrária, além da mobilização popular contra os bandidos e políticos que estão em seus bolsos.

Classificado pelo próprio autor como gênero de “escrita popular”, a narrativa utiliza a fluidez e compreensão acessível para leitores acima de 16 anos, chamando-os para a reflexão profunda através da literatura sobre os crimes que para muitos, foi finalizado na assinatura da Lei Áurea, entretanto, é factual e destrói vidas.

O livro está disponível na Amazon.com em formato físico e digital com uma super promoção imperdível.

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